terça-feira, 19 de Agosto de 2008
Comentário ao Poema publicado a 01/06/2007
Amar
Amar é bem querer e acarinhar
É magoar sem perceber!
Amar é compreender e respeitar
É criticar sem ofender!
Amar é afagar e acalentar
É dar sem ter que o mostrar!
Amar é aceitar, não recusar
É, por vezes, esquecer e perdoar!
Amar é ficar, é não fugir
É poder estar e agradar!
Amar é tocar e também sentir
É sentir prazer sem enganar!
Amar é ser e fazer feliz
É lutar e conseguir vencer!
É acreditar em quem nos diz:
Amar não é morrer!
Amar é, sim, viver!
Isa
1 de Junho de 2007 9:34
terça-feira, 29 de Julho de 2008
Comentários ao poema publicado a 22.06.07
Ah como seria bom se pudéssemos ser o que quiséssemos..
Ah como seria bom se pudéssemos ter o que quiséssemos...
Mas para nos atormentar o juízo, somos e fazemos exatamente o que não queremos...
E quando raramente acontece algo, que nos permita ter um certo prazer, nos vem alguma coisa para apimentar e amargar a alma...
Ser feliz tem seu preço...
Custa caro e dura pouco...
É raro...e ficamos com medo quando acontece...nem acreditamos....
Deixamos de ser completos...porque ficamos perdendo tempo nos perguntando se merecemos ou não...
E quando nos damos conta...já passou...
Agradecer o tempo que temos...viver o tempo que não temos é tudo que podemos fazer...para pessoas que vivem a correr nessa vida por um segundo de prazer e felicidade....
Bjs meu gato..Adoro vc!!!
22 de Junho de 2007 3:38
JRL disse...
Olá Joaquim,
Vejo-me reflectida neste teu poema e percebo muito bem o sentimento...
Beijos
22 de Junho de 2007 12:29
Anónimo disse...
A tua irritação não solucionará problema algum.
As tuas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
O teu mau humor não modifica a vida.
A tua dor não impedirá que o sol brilhe de amanhã sobre os bons e os maus.
A tua tristeza não iluminará os caminhos.
O teu desânimo não edificará ninguém.
As tuas lágrimas não subsistem o suor que deves derramar em benefício da tua própria felicidade.
As tuas reclamações, ainda que afectivas, jamais acrescentarão nos outros uma só grama de simpatia por ti.
Não estragues teu dia.
Aprende a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre, para o bem infinito.
Querido Caçulinha,
sorriso!
:)
sábado, 14 de Junho de 2008
COMENTÁRIO DIFERENCIADO
“POEMAS de Joaquim Marques”,
constantes do site:
http://joaquimmarques.blogspot.com/
Diferente, porque divorciado de sentimentalismo.
Diferente, porque pautado em avaliação, literalmente imparcial.
tive o prazer de comentar os escritos do site:
http://joaquimmarques.blogspot.com/
e o fiz, com sentimento de verdadeira admiração!...
Sentimento, que não só permanece,
como cresce gradativamente...
movido pelo respeito à liberdade de expressão,
e pelo estilo diversificado das criações apresentadas!...
preciso socorrer-me da intuição aguçada,
para decifrar e compreender as verbalizações “Joaquinianas”,
do "Joaquim" descendente dos clãs:
“Marques”... “ Almeida”... “Cruz”!...
se me fosse reinvindicado aferir-lhe um juízo de valor
“intuitus personae”,
eu não hesitaria em afirmar que Joaquim Marques Almeida Cruz,
tem a mente fértil... a alma iluminada... e o ser humanizado!
e arrimada nas lições originárias do meu aprendizado
instrucional, tenho a registrar:
Na esfera contábil,eu simplesmente, declinaria da frieza dos números,
e debitaria as aludidas verbalizações,
à conta do equilíbrio individual,
que simbolizado em forma de balança, reflete
50% (cinqüenta por cento), “razão”...
e 50% (cinqüenta por cento), “emoção”!
“aprendizado social”,
eu diria que sua escrita é convidativa à “interação”...
de natureza manifestamente, atrativa!
Mas cumpre-me confessar que neste momento,
eu me sinto intensamente embalada pelo
“aprendizado jurídico”...
e embora costume exercer a advocacia,
usando sempre uma linguagem coloquial
(o que muito me satisfaz),
no presente comentário, não consigo prescindir de algumas
“expressões idiomáticas”,
cujas citações, objetivam enfatizar o entendimento em curso...
o que não passa de “modus faciendi”,
que somente exercito de forma esporádica...
e em sendo assim,
não tem condão de abalar o meu escrever “consuetudinário”.
“conditio sine qua non”,
traçar caminhos na viagem da literatura,
para a conquista de um lugar no horizonte das letras!
A liberdade de expressão,
predomina sobre a forma ou sobre o estilo da escrita!
Nesta peregrinação por caminhos diversificados,
tenho a satisfação de alcançar a figura do
“aprendizado poético”...
e então, mergulho na fonte genuína que me encanta
desde a meninice!
De forma singela, procuro palavras cristalinas que me ajudem
a ampliar o comentário em curso...
a minha busca se apóia na relembrança de um pensamento
que sempre me norteou:
"Um Deus habita em nós.
Quando Ele se agita, enche-se de ardor o nosso espírito.
Esse impulso faz com que germinem as sementes da Divina Inspiração."
(OVÍDIO) - "Faustos"
Pronto!... Já me sinto caminhando em território familiar!...
E eis como penso:
Joaquim Marques Almeida Cruz,
escreve sem atrelar-se a nenhum estilo...
sem vincular-se a nenhum conceito...
sem curvar-se a nenhum ordenamento.
Sua verbalização, é livre, arrojada, e solta...
não se deixa preocupar com métrica, sílabas, técnica, forma...
deixa-se embasar no sentimento, seja qual for a natureza!...
Logo, prevalece em sua exteriorização,
uma “mestiçagem” de valores intrínsecos e extrínsecos...
detentora de conteúdo, essência, e sentido...
a fluir de um ser eclético, pensante, verdadeiro...
às vezes, com semblante enigmático...
outras vezes, com feição irônica...
porém sempre, transbordante de autenticidade!
E mesmo quando construída com palavras amargas,
alberga na essência, uma inebriante doçura!...
que tenho raízes campesinas e indígenas...
e que tenho a felicidade de sentir a poesia correndo em minhas veias,
- apesar das minhas limitações, adoro “poemar”...
e modéstia à parte, sei avaliar a escrita poética -,
registro:
a escrita de Joaquim Marques Almeida Cruz,
é ousada, sedutora, e personalizada!
Olhando e vendo... ouvindo e escutando...
sinto que as verbalizações “Joaquinianas”,
são como novelos de fios energéticos e vibrantes,
que desenrolados,
exprimem um segmento composto de início, meio, e fim.
que às vezes, é “Passarinho Beija-Flor”...
e outras vezes, é “Pássaro Azul”...
jamais se embaraça no emaranhado dos fios!...
Sempre que fecha um poema,
deixa em sua página, um enredo sábio e emocionante...
convidativo à reflexão e à releitura!
E porque me dispus a tecer um comentário diferenciado,
além das diferenciais citadas, entendo como outra diferença,
publicá-lo no meu blog...
isso, porque desejo muito tornar conhecido o meu entendimento.
Por ser assim, pensei... pensei... e, concluí:
no site: http://joaquimmarques.blogspot.com/
já não existe opção para os leitores comentarem diretamente.
Por que então, não tornar público o meu pensar, no site:
http://janeladaminharua.blogspot.com/
minha querida Janela, permanentemente escancarada?!...
Pois... tenho a sorte de ter em “Janela da Minha Rua”,
“uma Janela virada para o mar, para a natureza,
para a poesia, para o encantamento, para o sonho,
para si que me escuta e me lê”!
Os poetas, com a voz do coração!...
Portanto, como “aprendiz de poesia”, declaro:
muito gostaria de dormir, como dormem os sábios...
e de sonhar, como sonham os poetas!...
Assim,
entre um sono e outro,
eu teceria sonhos genuínos!...
Assim,
entre um sonho e outro,
embalaria um doce despertar!
deixo aqui as minhas manifestações finais,
na forma que mais gosto:
AOS ADMIRADORES DA POESIA E DA PROSA,
NA ESFERA DA INTERNET, E A QUEM MAIS ESTA
MANIFESTAÇÃO ALCANÇAR POR DIVULGAÇÃO,
EM QUALQUER ESFERA DO UNIVERSO LITERÁRIO
Ilustríssimos Leitores
da Poesia e da Prosa,
eis-me aqui a comentar
a escrita valiosa
do Poeta Joaquim Marques,
- de essência luminosa!
realçam a sua jornada.
Uns, mostram a vida vivida;
outros, a vida sonhada!...
Retratam, nas entrelinhas,
sua alma iluminada!
diz o que sente, sem medo...
não se curva às convenções,
e disso, não faz segredo;
sua escrita é arrojada...
seja qual for o enredo!
Sua mensagem é autêntica;
reflete espontaneidade;
não se prende ao desalento...
nem se apóia em herdade;
soa... fomenta... e ecoa,
com respaldo na verdade!
e gosto de estudar...
como “Aprendiz de Poesia”,
aprendi a decifrar
os versos enigmáticos
do Poeta D’Além Mar!
suas verbalizações!...
Dos Marques, Almeida, Cruz,
Ele descende!... E razões
de sobra, tem para ser
merecedor de atenções!
tem maestria e fermento.
Por isso, eu faço um apelo
a quem me lê no momento:
Já fiz o meu comentário;
faça também, seu comento.
ora, é silêncio... ora, é grito!
Eu sei, pois absorvi
o seu voejo expedito!
E por tudo que citei,
sou sua fã! Tenho dito!
em 11 de Junho de 2008
(Dilma Damasceno)
http://janeladaminharua.blogspot.com/
quarta-feira, 4 de Junho de 2008
Comentário ao Poema Fiel ou Infiel Publicado em 27-06-2007
FIEL SEM EXCLUSIVIDADE...
Sem exclusividade de vc?
Ou sem exclusividade da outra pessoa?
É uma atitude bem envolvente...
O problema é achar quem concorde...rsrs.
O ser humano gosta de ser exclusivo...
apesar de por trás de suas intenções exista um ar traidor...
Mas o que é a traição senão fazer algo sem que outro não saiba...
e se ele souber...seria traição?
As vezes somos fruto de uma sociedade hipócrita...
Só concorda desde que não seja com ele...
só é normal ..desde que não o atinja.
Um acordo entre ambos...
seria favorável a essa sua frase meu gato...
Seria interessante....ver até onde iria...
Fiel sem exclusividade requer muito mais que um simples acordo...
Requer maturidade...segurança...e pq não..muito amor...
Temos a tendência de tomarmos pra si...o que nunca foi nosso...
Mas só pelo fato de estar conosco por muito tempo...achamos que pertence a nós...
Fiel sem exclusividade....
É bem mais difícil ser assim...do que com exclusividade...
Adoro-te demais...meu gato...!!!
30 de Junho de 2007 18:11
sexta-feira, 30 de Maio de 2008
Verônica Luft
Guardei para vc como um segredo que eu mesma não
desvendei: A letra de uma canção que não cantei,
as praias em minha ilha que nem andei.
É preciso que me tome além do riso e do olhar,
naquilo que não conheço e adivinhei;
é preciso que me ensine a canção do que serei,
e me crie com seu gesto que nem sonhei.
Estou sempre nos limiares: sou sempre essa pausa antes
do início de uma canção,
sou um momento de espera,
quase um fim de solidão.
Se falo, me escondo; se escrevo, me desnudo.
Foi isso que eu quis ao me plantar em cena, nessa luz.
Vestida de sombras, movendo véus de angústia.
De longe, porém: sossegada e calma,
Não acredite se pensa que lhe falo:
Palavras
São meu jeito mais secreto de calar.
beijos,Verônica.
Florianópolis
sábado, 24 de Maio de 2008
Recados de Sofia
ainda pensei em deixar comentário, mas ainda estás fechado
deixei de lá ir por isso,
gostei das tuas palavras deixadas
mas quando lá fui
fiquei triste de ver uma alma vazia sem calma.
já te dise porque me vim embora,
também ouvi que não mexi contigo
que podiamos ser amigos.
já ouvi que não gostaste do meu nariz não empinado
de pensares que era benzoca da linha cheia de ideias misericordias
ouvi de tudo até me chatear, mesmo.
foste agressivo como todo o homem renegado
foste a razão do meu parar de encontrar alguém
deixei de querer ser agredida
e mesmo com mensagem de despedida
mesmo com telefonema em que me dizias que não me entendias
fui e parti depressa
com braços enrolados á volta da cabeça para não ser magoada
ainda voltaste enviando mensagem catolica quando fui operada
sei que andas por perto e sabes mais ou menos o que vou passando
sou diario aberto aqui em triplo
e depois vens de mansinho desejando o meu melhor
sei que és verdadeiro, sinto também.
mas depois do que li tenho que dizer novamente
sai de casa, passeia ao ar livre,
vai á praia caminhar nas ondas
arranja o teu sorriso
muda de sentir, abre o teu blog, sorri
vai joaquim atira-te á vida
como um mergulho no mar em dia de verão de calor
fica bem também.
sofia
domingo, 4 de Maio de 2008
Um texto feito de palavras "roubadas"
Ultimamente, tenho pensado em múltiplas coisas... os sentimentos me envolvem de tal forma, que me sinto tomada... sacudida... e entregue ao desejo maior de construir uma vida edificante e serena!
Ainda há pouco, eu também pensava na tua preocupação comigo... no zelo... nas atenções... quero retribuir tudo isso, de forma plena, constante, e verdadeira!
Eu nunca me deixei embalar com tanta confiança!
Porque antes, eu não sabia como era ser acarinhada!
Hoje, eu tenho quem se preocupe comigo! E fico até sem graça, pois, desacostumada dessas coisas boas, eu me limitava a pensar que não tinha a menor importância que não recebesse atenções!...
E pode parecer que não estou ligando para o que dizes... mas, estou! Tenho pensado muito no que conversamos... Não posso mudar a minha natureza... mas me sinto mais e mais ligada a Ti... absorvendo os teus valores espirituais... e a sensação é boa e reconfortante!”
Comentarios sobre o poema "Pedaços da minha vida" Publicado em 06.04.07
Os pensamentos do teu pensar...
O pensar dos teus pensamentos...
Quanta sensibilidade!...
As palavras da tua vontade...
A vontade nas tuas palavras...
Quanto talento!...
Corrigir?Agradar?
Tormentos?
Sofrimento?
Preocupações?
Quantas interrogações!...
As respostas surgirão...
Isa
6 de Abril de 2007 15:55
AUDREY disse...
Essa angústia que nos acompanha de sempre querer agradar alguém..
De sempre pensar em outrem...
Pecamos em nós....
Desarmamos nossa couraça e ficamos frágeis a fim de sermos atingidos...
E quando isso acontece...percebemos que o que devíamos ter feito de tão bem feito antes e porém...deveria ter sido por nós...
Te adoro...
7 de Abril de 2007 5:25
terça-feira, 8 de Abril de 2008
Comentário sobre o Poema "Aniversário" publicado em 04.04.07
Barulho, presentes, calor
Observo entusiasmada
O que se passa em meu redor!
Fico sentada e calada
Olho à volta... E o que vejo?
Quanta alegria disfarçada!
Sinto vontade de gritar:
Acabem com o festim!
Parem de dissimular!
Isa
4 de Abril de 2007 7:49
JRL disse...
Olá de novo.
Uma boa Páscoa.
Joana
4 de Abril de 2007 14:33
Anónimo disse...
Ás vezes me sinto sozinha eu bem sei...
As paredes não falam, não ouvem não são alguéma solidão sufoca, maltrata!
Ver as horas, sendo arrastadas...
Estar também a ser arrastada, procurando...onde estão...
Onde estão as forças, a vontade
onde foram então?
Procurar em todos os cantos, nos livros e na televisãoe só encontrar, só encontrar solidão...
e só encontrar solidão!
Mesmo assim, a cabeça sempre erguida e seguir
fortalecendo a fé em mim, em Deus, pois sei a partida não está perdidase acreditar em mim e no devir...nem sempre a vida é bonita e isso não é segredo
para ninguém mas, é assim que ela ensina a ter coragem pra ir além...
:)
5 de Abril de 2007 0:22
sexta-feira, 28 de Março de 2008
Comentários sobre o poema "Fantasia" Publicado em 02.04.2007
Tento não ser essa lágrima de solidão
Que chora no peito de um jeito
Tão intimo do meu sentir
Que se atropela numa vida confusa
De guerra e de paz!
Caminhos de sonhos
Que ficaram no passado
Em rastros das minhas pegadas na areia...
Caminhei um caminheiro errante
De aventuras em doces venturas
Pela busca do amor!
Por esses caminhos vidas nasceram
O ventre concebeu frutos
De amores furtivos em lânguidas noites
Outrora de amantes em vício de amar!
Contemplei tantas estradas
Curvas em labirintos sem saída
Esperanças céticas a esmo
De um olhar infinito...
O grito vazio no silêncio
O corpo sem carinho
Eu sei o destino pode mudar
Vou jogar no mar uma poesia
Para te encontrar...
Quem sabe o coração
Despido de paixão volte
A encontrar sonhos perdidos
Loucos por amar!
A página vira
Escreve um novo dia
Respiro a alma e suspiro
Versos para não chorar...
2 de Abril de 2007 22:39
Anónimo disse...
Quando, no sonho...
na fantasia, adormecemos...
então, é porque não erramos!...
Por que havemos de ser julgados?...
Por que havemos de nos julgar?...
A fantasia faz parte do sonho...
O sonho da fantasia...
Ambos fazem parte da vida...
E, para continuarmos a viver, não podemos deixar de sonhar...
e de fantasiar...
Isa
2 de Abril de 2007 23:38
AUDREY disse...
Lua..lua minha
Vai dizer a ele...
Que eu o estou esperando...para ser feliz....
E se ele não poder vir...
Mande um raio a mais para banhar-me...
dando-me forças para suportar essa solidão que sempre foi minha companheira...
Bjs
7 de Abril de 2007 5:44
terça-feira, 25 de Março de 2008
Comentário sobre o poema " Sou assim..." Publicado em 01.04.07
Ambíguo...
Extemporâneo...
Retardado...
Indeciso...
Preocupado...
Sempre tu...
Igual a ti...
Genuíno...
Sem disfarces...
Não deixes de ser assim:
O melhor Amigo do mundo...
Isa
sábado, 16 de Fevereiro de 2008
Comentário da Poetisa Thais Arrighi
Oi Joaquim...Estive visitando seu blog e adorei. O mundo esta mesmo precisando de poetas como você! Se as pessoas se preocupassem um pouquinho mais com o coração, teríamos românticos e sonhadores espalhando amor pelo universo e o mundo seria bem mais bonito, com o colorido da PAZ! Parabéns pelos seus escritos.
Um abraço,
Thais Arrighi
Brasil
quinta-feira, 25 de Outubro de 2007
Sobre o poema “Anda daí” Publicado em 31 03 07
Socorro!!!
Sorriso nos lábios...
O sorriso, faz parte do amor e como faz!...
temos o privilégio de sorrir mais...
Até sorrimos quando estamos parados,
Com o pensamento longe...
Sorrimos das próprias lembranças
Estamos lá, não importa aonde...
Mas, estamos com um sorriso nos lábios...
Sem sufocar, sem aprisionar, sem cobrar, sem exigir, sem reprimir...
Simplesmente sorrindo...
31 de Março de 2007 18:49
Anónimo disse...
Triste como a noite sem estrelas, meu coração navega no escuro, procuro um horizonte nas lembranças para encontrar o meu futuro... atrás de um sorriso eu me escondo de todas as tristezas dessa minha solidão, e de repente a vida separou nossos caminhos, na imensidão do céu deixando uma saudade, um silencio, silencio este que calou minha voz....
31 de Março de 2007 23:54
Anónimo disse...
É lindo... este poema!
5 de Abril de 2007 17:26
Sobre o poema “O perfil de um homem” Publicado em 30 03 07
sábado, 20 de Outubro de 2007
Comentário Anónimo
...essa coisa de sentir... querer... desejar... sonhar... quando se está muito longe, fica uma inquietação danada... eu ando assim, ultimamente... procurando canto para sossegar, e não acho... o mar só serena, quando nos encontramos... igualzinho a criança quando perde a chupeta... e abre o maior berreiro... e só sossega, quando encontra... é um sorriso, só!
terça-feira, 9 de Outubro de 2007
Delírios de uma Anónima Simpática II
Por vezes sinto falta de Ti
como um rio na barragem
sente falta do mar,
como uma árvore com folhagem
sente falta do vento para a embalar,
ou como uma sombra
sente a falta da luz para se projectar.
Deveria procurar por Ti
como uma andorinha
procura o local do seu passado,
como uma criancinha
procura a mãe só para estar a seu lado,
ou como uma mão
procura outra num conchego desejado.
Sei que te encontrei
como alguém
que encontra o seu caminho,
como a mulher
que encontra o teu carinho,
ou como o amor
que encontra o seu ninho.
8 de Outubro de 2007 0:04
Delírios de uma Anónima Simpática I
És bastante claro.
Ela, é transparente.
Subi a montanha
Para ver a beleza
Queria falar sozinha
Com a natureza
Olhei para o céu
Não vi ninguém
E os dois vi
Em forma de véu
Ao chegar ao alto
Era muito cedo
Havia uma voz
- Não tenham medo
Chegando ao cimo
Logo confirmei
Nada era sonho
Quando despertei
Conhecia tudo
Sabia tudo...
queria subir mais alto
Mas, não tinha estrada
Olhei para o lado
E vi os dois no caminho
uma voz me disse
Deixa que subam sozinho
Pensei duas vezes
pensei em descer
O medo era tanto
que me fez tremer
Assim a tremer
Vejo uma escadaria
Desço por ela
Vejo o que quero
Eles são um
e que lindos...
8 de Outubro de 2007 0:52
sábado, 6 de Outubro de 2007
Sobre o poema “Olhares furtivos” Publicado em 30 03 07
Ao Amigo Poeta!
É tão linda a ingenuidade
De uma alma adolescente
Em que se acredita de verdade
Viver como se o mundo fosse acabar
Sem saborear os momentos
Que a vida proporciona.
Apenas a vida pode ensinar
O que realmente tem valor.
A vida é poesia, é sorte!
:)
3 de Abril de 2007 23:41
AUDREY disse...
ADOLESCÊNCIA...
Não me lembro de tê-la tido...
Tive que amadurecer rápido para poder enfrentar as vivicitudes desta vida...
Mas falam muito de "aborrência"...
ou será a adolescência provocante....problemática
Eu adoro adolescentes...
eu adoro "problemáticos"...
são desafiantes...
desafiadores e ao mesmo tempo tão frágeis....
tão amáveis..
tão expontâneos..tão sinceros.
Por traz da máscara da auto suficiência tem um ser pedindo socorro...
e é isso que me fascina...
essa fragilidade quase que tardia e rebelde...
Talvez porque não a tenha tido...
possa entender porque sejam assim...
Sobre o poema “Falta-me a força” Publicado em 29 03 07
Se a tristeza vier por qualquer motivo, faça o seguinte:
Assopre o pensamento triste,
deixe escorrer a última lágrima,
conte até vinte.
Abra então a janela,
aquela que dá para o voo dos pardais,
procure a luz que pisca lá na frente
(evite as sombras que ficaram lá para trás).
Ao encontrá-la,
coloque-a dentro do peito de tal jeito,
que possa ser notada do lado de fora;a
crescente agora uma pitada de poesia,
do tipo que passa por nós todos os dias
e nem sequer consegue ser notada
;aumente o brilho,
com toda intensidade de que um sorriso é capaz.
A felicidade é o seu limite,
e o paraíso é você mesmo quem faz.
29 de Março de 2007 21:13
Anónimo disse...
A verdadeira essência da felicidade para mim...é saber que quando fazemos algo por alguém por algum amigo por quem amamos.....saber que essa pessoa sente uma felicidade enorme por termos tido essa acção...a minha satisfação é saber que podemos dar felicidade aos outros....sem pensarmos em nos por momentos.....a alegria que os outros sentem é a minha alegria.
domingo, 30 de Setembro de 2007
Sobre o poema “ No quarto quente” Publicado em 28 03 07
Em todas as coisas belas da vida existe magia, como explicar o encanto que certas pessoas exercem sobre nós? É tão difícil explicar e tão fácil de perceber.Há magia no ar, quando algo de especial acontece. É tão bom viver esses momentos. Por um instante perceber a sincronia, fazer parte de um segredo, estar vendo as engrenagens do universo se encaixando com perfeição, porque nada - mas nada mesmo - acontece por acaso...
29 de Março de 2007 0:15
Anónimo disse...
Todas as pessoas tem cores
Não cores de fora
Mas sim cores de dentro
Cores da alma...
Há-as alegres
De cor amarela forte
Do sol irradiante
Dos dias de verão...
Tristes e distantes
Da cor cinza do nevoeiro
Onde perdemos
O nosso rumo...
Discretas
Da cor pálida
Das tarde de Outono
Monótonas...
Indiferentes
Da cor neutra
Branca ou bege
não aquece nem arrefece...
Generosas
Da cor das searas
Dos campos Cultivados...
Sossegadas
Da cor de ouro dos areais
Onde contemplam
A quietude do mar
Apaixonadas
Da cor do lume.
Fogueira•Para sempre
A arder...
Amigas para sempre
Da cor do arco-íris
Que nos dias de chuva
Põe o céu a sorrir...
29 de Março de 2007 1:08
Anónimo disse...
Pensamento...
Sentimento...
Melodia...
Sonho...
Beleza...
Luz...
Sorriso...
Alegria...
Caminhar em frente...
Confiança...
Esperança...
Querer...
Caminhar em frente...
É lindo o teu poema!...
Isa
5 de Abril de 2007 17:43
Sobre o poema “ Meio dia cheio de nada” Publicado em 27 03 07
Ausente
Da pobre vida que tenho
Nada mesmo vou levar
A não ser as nódoas negras
Dos chutos que me vão dar
Os humanos..., esses pensam
Que são melhores do que eu
Sou fiel e bom amigo
até partir para o céu
:)
28 de Março de 2007 1:05
Anónimo disse...
"As melhores histórias jamais serão escritas, assim como os melhores momentos jamais retornarão. Por isso, quando estiveres feliz, tire o máximo de proveito desta felicidade, pois o tempo arrastará tudo e só ficarão as lembranças!"
28 de Março de 2007 1:48
sexta-feira, 28 de Setembro de 2007
Comentário ao Comentário sobre o poema "Assim foi..." publicado a 15 03 07
Gosto de ir ficando
Assim,
Queda,
deslumbrada
Olhando e amando.
Assim,
amando o "Lindo (...)
o que és, o que queres ser e sempre serás!"
Assim,
assistindo, acompanhando,
o que cada verso escritode um e de outro
Assim,
em acordes vai revelando,
de sonho real sonhando
de vosso encontro de alma
Assim,
poetas escrevinhando
entendimento
cumplicidade vivendo
Assim,
igual ao vosso
quero, para mim um dia Viver!
Gosto de ambos!
Assim,
o vosso amor me vai inspirandooooooooooooooooooooooooooooo
27 de Setembro de 2007 22:29
sábado, 22 de Setembro de 2007
Sobre o poema “ A ti irmã de sempre” Publicado em 25 03 07
Amor é brando, é doce, e é piedoso.
Sintonia de marfim,
acácias e também jasmim,
e outras flores
e fragrâncias de saudade
Eterno será como poesia...escrita... descrita...
Por... humildes dedos...
Simplesmente por amar
Se cerrado... no peito...acabou... por acabar
nunca... se tem direito... a algo assim...
Como almofada... que aconchega o pensamento...
à noite... de tarde... numa manhã...pela madrugada...
que para muitos... cumpridos nunca serão...
Esperar... mas não ter tempo... pois
ele pode partir... e não esperar...
Dor no peito,
que escurece a alma
será... que tem jeito?
Que mal o ser terá feito?
Para partida assim?!
ir embora, e,... nem uma satisfação.
:)
27 de Março de 2007 12:16
Sobre o poema “Ah estes dias “ Publicado em 24 03 07
Acreditar!
Alguns sonhos são realizáveis, outros apenas ilusões...
Alguns desejos também, outros não passam de imaginações
Alguns amores são doce decepções...
Outros são pura emoção...
Sentimentos verdadeiros são na base da confiança
Confiança é a base do relacionamento
A mentira suga as energias
Omitir faz parte...
Sorrir alivia o nosso dia a dia
Cara feia atrai maus fluidos...
Amizades sinceras são nossa alegria
Fingir ser amigo é muita falsidade.
Doar sem pedir em troca é carinho
Cobrar pelo que fez é ser mal carácter.
Mostrar compaixão é expor sua alma
Ser indiferente a dor alheia é demonstrar-se cruel.
Ter inteligência é saber a hora de calar e falar.
Sair aos 4 ventos gritando é sinal de fraqueza.
Acreditar em você mesmo
É se AMAR
E Ser feliz...
É uma ordem!!!
25 de Março de 2007 23:55
Sobre o poema “Ah estes dias “ Publicado em 24 03 07
Vindes memórias veladas de agonia,
Reavivar as mortas esperanças,
Como bando de alegres avezinhas,
Que vêm pousar cantando nas grades
Do cárcere onde geme um infeliz?
De dor e de saudade estéril pranto.
E lastimando tanta desventura
voz que ressoa a toda a hora,
Mais terna que a da rola, que à tardinha
Chamando o esposo ao ninho se encaminha.
24 de Março de 2007 21:06
quarta-feira, 19 de Setembro de 2007
Comentário de Ana Wagner
AW
quinta-feira, 13 de Setembro de 2007
Sobre um poema “ Ontem foi...” Publicado em 23 03 07
Surpresas!!!!!!
Momento tão diferente do anterior!
E o seguinte em nada este lembrará!
Consegui.
Porquê?
Não sei!
Eles andam aí...
Medo do amanhã?
Não.
Surpresas!!!!!!
24 de Março de 2007 2:08
Sobre o poema “As águas inspiram-me” Publicado em 23 03 07
O VENTO
Voe por todo mar....
E volte aqui... pro meu peito..
Se você foi vou te esperar...
O pensamento que só fica em você
Aquele dia um algo mais...
Algo que eu não poderia prevê...
Você passou perto de mim...sem que eu pudesse entender
Levou os meus sentidos todos prá você..
Mudou a minha vida e mais..
Pedi ao vento pra trazer você aqui
Morando nos meus sonhos ...
E na minha memória...
Pedi ao vento pra trazer você prá mim...
Vento traz você de novo..
Vento faz do meu mundo novo
E voe por todo mar...e volte aqui...
E voe por todo mar...e volte aqui pro meu peito...
(Musica de uma banda brasileira chamada J.QUEST...)
9 de Abril de 2007 2:54
sábado, 8 de Setembro de 2007
Sobre o poema “ Rodo em Torno de mim” Publicado em 22 03 07
A retrospectiva,... a introspectiva.....
Sobre o poema “ Outrora “ Publicado em 22 03 07
A loucura mais louca...
É sermos mais loucos...
Pela loucura que é o amar...
Tanta loucura nos deixa loucos...
Que estando loucos não percebemos...
O quanto a nossa loucura têm nos feito loucos a ponto de não perceber....
Que essa loucura não vê outros loucosLoucos por amor de outros loucos..
Loucos por anseiar amar loucos...
Loucos de nos deixar amar por loucos...
Loucos por sermos loucos...
Loucos a ponto de terminar loucos...
Apenas por causa desse amor...
Sobre o poema “ Desabrocha botão” Publicado em 22 03 07
Sempre quando penso em uma flor...
Imagino uma margarida...
As rosas não...
as rosas são pretenciosas...todos a querem ..
todos a homenageiam...é previsível gostar delas...
Mas as margaridas...são tão simples....
Simplicidade é o simbolo dela...
É o significado da sua existência....
Só sendo muito sensível pode-se perceber a sua beleza...
E ser belo não é ser bonito...
Ser belo é transpassar o que vai além das emoções....
Além do físico...além das aparências...
E as abelhas também a visitam...e do mesmo jeito fazem seu mel...
Não são as flores que demonstram sua beleza..
São as nossas escolhas por cada uma delas é que dão razão a sua existência...
sábado, 1 de Setembro de 2007
Sobre o poema “Um Sonho Incompleto” Publicado em 21 03 07
A Bíblia diz que não há uma folha que caia sem que Deus saiba a razão...
Os ecossistemas são grupos que se interligam ao tipo de clima ali existentes...
Se os destruirmos também corremos o risco de modificar o clima...
E como é a nossa "vida ecossistema".
Vida ecossistema ?...Quando acabamos com o que acreditamos, quando deixamos de amar, quando trocamos nossos valores, quando arrancamos e abandonamos nossas almas...desequilibramos nossas vidas....Acabamos com o ecossistema dentro de nossas vidas....destruímos a nós mesmos..
E o clima? ....SUICÍDIO...!
9 de Abril de 2007 3:30
Sobre o poema “ Neste Agosto” Publicado em 20 03 07
Meninooooooooooo
Tua cabeça rodopia na loucura
Pois nunca foi entendida,
Teu coração bate magoado
Com a dor de não ser
Correspondido...
Escreves na escuridão
Para te distanciares da solidão
Mas tudo te leva para a tristeza e dor
que tu sentes no teu coração
Vives no desejo de querer viver
Sem o sentimento maldito da solidão
Vês que o impossível é necessário
Neste mundo de ilusão
Não sabes o que dizer
Vês tudo confuso, perdido na tua Vida
Mas a única certeza que tens
é a dor que as palavras te causam...
"Não é fácil iludir a dor quando ela trespassa a carne e o sangue do coração escorre através dos olhos em forma de lágrimas..."
:)
20 de Março de 2007 13:21
quinta-feira, 30 de Agosto de 2007
Sobre o poema “ Assim foi ...” Publicado en 15 03 07
Hoje chorei...
Chorei por uma sensação tão medíocre de rejeição...
Talvez...por uma maldição...
Talvez pela solidão...
Talvez pela falta de esperança...
Pela certeza que não queria ter...
de que um ser humano pode ser tão mesquinho...
tão egoísta...
a ponto de ser ruim...
a ponto de destruir o pouco de respeito que poderia ter por ele...
Não vou mais chorar....não por ele...
Quero chorar....mas por mim...
Eu mereço....
5 de Maio de 2007 20:35
Sobre o poema “ Assim foi ...” Publicado em 15 03 07
Retomas a sensação,
Fazes dela tão próxima,
Que ela te ensina
A viva relação
De teu corpo com o mundo.
Inserida em tua conduta está a
Sensação,
Excitação sensorial no tônus Muscular.
Quem dera poder consolar!
Cada lágrima ...
"O que me dói não é
O que há no coração
Mas essas coisas lindas
Que nunca existirão..."
FP
As almas tristes
até no prazer choram.
O Senhor e os anjos te carregam!
Lindo (...) o que és, o que queres ser e sempre serás!
:)
sexta-feira, 24 de Agosto de 2007
Mais uma obra de arte da poetisa Dilma Damasceno
Segunda-feira, 20 de Agosto de 2007
(Joaquim Marques)
Amigo, Joaquim Marques,
Em seguida, li o poema:
Como justificativa, só tenho mesmo, a minha forma de pensar e de ser:
Mas, te digo, Joaquim,

Desejo ainda, a ti e aos teus filhos, vida serena...
E para completar o quadro da minha singela retribuição,
"PRECE, EM NOME DA AMIZADE!"
Minha terra hospitaleira,
com a tua, se irmana.
Se eu não fosse "brasileira",
queria ser, "lusitana"!
À luz da simplicidade,
"versejar", me apetece...
e então, faço uma "prece,
em nome da amizade":
Oh! vento que leva e trás,
emoções e sentimentos...
recebas meus pensamentos,
e leve-os até "Cascais"!...
É meu desejo que embarques
lindos raios de luar
do meu sertão potiguar,
e leves p'ra "Joaquim Marques"!...
Leves o calor do sol!...
A quietude dos campos!...
O brilho dos pirilampos!...
A doçura do arrebol!
Leves a tórrida canção
que embala a minha gente!...
Leves também, de presente,
esta singela oração!
E, se puderes levar
o último apelo que faço,
leves o fraterno abraço
desta "amiga d'além mar"!
(Dilma Damasceno)
Natal/RN, em 23 de Agosto de 2007
http://www.janeladaminharua.blogspot.com/
quarta-feira, 22 de Agosto de 2007
Sobre o poema “ Os cortinados...” Publicado em 15 03 07
16 de Março de 2007 0:50
Sobre o poema “ Fixo a ideia do meu pensar” Publicado em 14 03 07
Não acredito na sorte
Não acredito no azar
Somos nós que fazemos o nosso tempo...
Somos responsáveis pelos nossos momentos...
e as vezes fugimos deles...
Eu sou mais teimosa...enfrento...quebro a cara...
e faço denovo...na esperança que um dia acerte...
Mas as marcas...não estão tão marcadas...elas se abrem e não querem cicratizar....
Ei tem um remédio...?
Preciso de você...
Sobre o poema “ que devo eu fazer amiga...” Publicado em 14 03 07
Garganta
Minha garganta estranha quando não te vejo
Me vem um desejo doido de gritar
Minha garganta arranha a tinta e os azulejos
Do teu quarto, da cozinha, da sala de estar
Minha garganta arranha a tinta e os azulejos
Do teu quarto, da cozinha, da sala de estar
Venho madrugada perturbar teu sono
Como um cão sem dono me ponho a ladrar
Atravesso o travesseiro, te reviro pelo avesso
Tua cabeça enlouqueço, faço ela rodar
Atravesso o travesseiro, te reviro pelo avesso
Tua cabeça enlouqueço, faço ela rodar
Sei que não sou santa, as vezes vou na cara dura
As vezes ajo com candura pra te conquistar
Mas não sou beata, me criei na rua
E não mudo minha postura só pra te agradar
Mas não sou beata, me criei na rua
E não mudo minha postura só pra te agradar
Vim parar nessa cidade, por força da circunstância
Sou assim desde criança, me criei meio sem lar
Aprendi a me virar sozinha,
e se eu tô te dando linha é pra depois te abandonar
Aprendi a me virar sozinhae se eu tô te dando linha
é pra depois te abandonar
(cantora Ana Carolina)
5 de Maio de 2007 20:52
segunda-feira, 20 de Agosto de 2007
Sobre o poema “ Que devo eu fazer amiga...” Publicado em 14 03 07
Um leigo pensaria que,
para criar,
é preciso a inspiração aguardar.
É um erro.
Basta a certeza de sermos ouvidos,
entendidos.
Basta saber que sós não estamos.
É bem mais leve o acto de reaprender o voo
na imaginação.
Ela, não é mais
do que o primeiro estado de nossas ideias.
Amigo, que a imaginação absorva
muito
para que o pensamento
tenha bastante.
:)
quarta-feira, 15 de Agosto de 2007
Comentário de Dilma Damasceno
Aquele miradouro onde me levaste
Mas, que belo poema!
Aceitarias o comentário de uma
“Aprendiz de Poesia” e “Cabra da Peste”...
de coração sertanejo... alma camponesa... e sangue mestiço?!...
Ouso escrever um, desejando que te chegue:
brasileiramente, ensolarado...
impregnado de maresia nordestina...
tradicionalmente, potiguar...
e muito especialmente, com cheiro de mel de engenho!
Caríssimo Joaquim Marques,
Quando, pela primeira vez, acessei o teu Site de Poemas,
senti-me sensibilizada por encontrar nas informações do perfil,
no item: ACERCA DE MIM... a declaração:
"... Um cidadão do mundo...
e se os sonhos pagassem impostos, seria um mendigo"
(salvo engano, foi o que li; se não transcrevi corretamente,
ficarei grata se corrigires!)...
Cumpre-me confessar que, logo percebi na tua poesia,
um sentimento pertinaz e eclético,
a fluir em sintonia com a efervescência das marés...
e prazerosamente, abstraí na essência da leitura:
a força da lua cheia...
os mistérios da lua minguante...
o encanto da lua crescente...
as interrogações da lua nova!
Percebi também, que algumas colocações guardam significados relevantes...
e como sou ávida pela “força de expressão”,
adentrei na profundidade dos escritos, e então, vislumbrei
a mansidão dos regatos... a candura do arrebol... a impetuosidade das enchentes!...
Avancei um pouco mais,
passando a caminhar nas entrelinhas de uma poesia livre, solta, itinerante...
e me detive em versos que refletem um espírito dotado de
aguçada sensibilidade, e em constante processo de metamorfose.
Porque a vida é credora e binária,
o teu versejar demonstra uma inspiração de natureza
forte e suave... alegre e triste... tórrida e cálida!...
E porque escreves com sentimento idílico e romântico,
tive o prazer de ler criações com respingos de chuva, toque de brisa, brilho de sol,
banho de lua, luzir de estrelas!
Mas, só quando cheguei no ponto mais alto da minha singela interpretação,
percebi que para abstrair fielmente a pureza que existe na tua poesia,
há que olhar e ver... ouvir e escutar...
Olhei e vi... ouvi e escutei!...
E como se não bastasse tudo que abstraí e senti, compreendi que precisava
peregrinar em direção ao mar da inspiração espiritualizada... e, mergulhar!...
Foi, ainda sob os efeitos de uma gratificante peregrinação, que mergulhei!...
Submersa, pensei nas alegrias que já tive,
navegando no gigantesco oceano da poesia lusa!...
E portanto, peço vênia para inserir neste longo comentário,
um breve depoimento:
(Desde a adolescência, sempre me interessei pelos poetas
e escritores portugueses, ao ponto de ter efetuado algumas pesquisas
sobre Luiz de Camões, Fernando Pessoa, Padre Vieira,
Camilo Castelo Branco, Florbela Espanca, etc...
E também, desde a adolescência, sou apaixonada por fado...
e sou fiel admiradora do maravilhoso Francisco José!
Quis o destino, que em 2006, eu me enamorasse de um Poeta Luso!
Pena que o Poeta por quem me apaixonei,
parece não simpatizar com as praias do meu nordeste!
Não sabe, “Ele”,
o gostinho delicioso que é petiscar camarão na "manteiga da terra”,
ao ondular das águas da primitiva e apaixonante “Sagi”,
uma das praias mais lindas do Brasil!)
Depoimento registrado, resta-me
emergir do empolgante mergulho em profundezas transcendentais!...
Volto pois, à superfície das emoções plácidas...
levanto as mãos... e colho no ar, uma réstia de luz instantânea,
desejando que continue brilhante... não apenas, para iluminar o espaço
onde registro o meu aplauso ao teu edificante trabalho!...
Mas, também, para coroar a minha satisfação
de encerrar este comentário, dizendo:
Obrigada, Joaquim Marques,
por seres Poeta, e por seres meu amigo!
Tens a minha admiração, e a minha sincera amizade!
Fraternalmente,
Dilma Damasceno
Natal/RN, 15 de Agosto de 2007
http://www.janeladaminharua.blogspot.com/
Sobre o poema “ Vi um rapaz...” Publicado em 13 /03/ 07
À criança que existe em cada um
Sorri que a vida é uma doce aventura
Tem fé no amor e na magia,
Com um bem concreto sentido
O sentido do dever cumprido
Sempre, sempre enquanto dura.
Sorri pois a vida embora imperfeita
Não nos fez nenhum crime cometer
Vamos sujar-nos no lamaçal,
Empoeirar sapatos com a bola,
a uma árvore trepar.
E olha que esta vida passa a correr.
Mas nada como cara lavada que se deita
Sem mácula grave ter colheita
Ou grave culpa para se arrepender!
Segue...
o pardal ressuscitar
e o menino alimentar!
:)
terça-feira, 14 de Agosto de 2007
Comentário de Li
se me quiserem pensar...
lembrem minha data de chegada
e de saída
entre as duas...
todos os momentos são
meus.
As primaveras da vida
Tornam-se verões, outonos e invernos.
E com o passar delas,
Nos modificamos...
Valorizamos o nosso eu.
A cada dia, sentimos
que podemos mais
pois nos fortalecemos,
confiando na vida
e confiando em quem nos rodeia,
E entre essas pessoas,
sempre encontramos alguém a quem dizer:
És o dia de hoje,
Porque és especial
Tu és gente e gente não
Se encontra todos os dias.
Li
segunda-feira, 13 de Agosto de 2007
Sobre o poema “ Ruim é o pensamento “ Publicado em 12/ 03/ 07
O amor - essa paixão romanesca e fagueira -
Que os Vates têm cantado em bemol
comovido,
é na forma, uma vez assaz brusca e grosseira,
como o assalto da fera e o ataque dobandido.
Tal e qual o lobo assalta uma cordeira,
a empolga e lhe crava o colmilho atrevido,
assim ataca o amor. _
São da mesmamaneira
O Espasmo, a Fúria, o Uivo, o Estertor, o Rugido.
Nas contorções do Cio e os seus enlaçamentos,
há o ardor da serpente, a enroscar--se nas preias,
e a estrangular o touro enorme e mugidor.
E, quer cheire ao sertão, ou da Lais aos unguentos,
nos rosais, num covil, ou de Nero nas ceias,
São sempre os mesmos ais, o Pranto, o Espasmo, a Dor.
Gomes Leal
13 de Março de 2007 1:44
Sobre o poema “ Pôs-se a Lua e a madrugada” Publicado em 12 /03/ 07
Lua que acalanta meus pensamentos...
Lua que me faz sentir esperança...
Não dá prá fingir prá ela....
Lua que acompanha meus choros...
Que na tua espera amarga meu gato...
No caminho do olhar ao luar....
Possas sentir o brilho dela...
e o seu silêncio cantando no ar....
Daí mudes...e sorria,
como se fosse uma poesia...
Como se fosse prá vc..
sexta-feira, 10 de Agosto de 2007
Sobre o poema " Na fúria..." Publicado em 12/03/07
Ai quem me dera alcançar a morte...
Mas que morte demorada...
Seria infantil pensar na morte?
Ou seria a morte para os infantis?
Morte...morte...descanso...dormir...
Talvez esse seja o sentido da vida... morrer...
Porque ela só escolhe quem não quer morrer?
Medo da morte?
Isso é piada...
Mas ela não vem então fico na estrada...
Levando a vida...até meu dia chegar..
Sobre o poema " Poemas que faço..." Publicado em 12/03/07
Seus poemas provocam encantos...
Os meus arrepios....
A minha torcida...
Seus poemas representam a minha alma...
De quem não tem coragem de escrever...
Mas que ao ler seus poemas...
Transporto-me...
Me vejo.
Seus poemas têm agora meu dia a dia....
Meu alimento de uma tarde...
De uma noite...
Ó meu poeta!...faça ou desfaça....
Nunca, nunca mais esconda esses poemas que me fazem suspirar...
E que me trazem o ar.
Sobre o poema " Fiquei cansado..." Publicado em 12/03/07
E o que é tristeza senão a distância do que mais queremos?
E o que é tristeza senão a permanência de fatos que não nos agradam?
E quando a tristeza pega...
Ficamos com o organismo em baixa defesa...
Nos entregamos ao desleixo...
Ao embaraço...
Não ligamos para mundo ...
Nem para as pessoas....
Nos entregamos ao cansaço...
Tristeza que me acompanha depois da alegria...
Deixa eu experimentar a felicidade só um pouquinho
Para entender porque você me persegue tanto...
quinta-feira, 9 de Agosto de 2007
Sobre o poema " As gaivotas" Publicado em 09/03/07
Sempre disse que ser livre é sentir-se livre....
É um estado...
É ser um pássaro....
Mas também temos que deixar quem nos rodeia livres...
São pássaros especiais, porque por mais que digamos que não...
São "nossos"....
Com uma única diferença....
A sua leveza...o seu voo...
Não é castrado pelo tempo, nem pelas atitudes...
São respeitados...
São livres...
São suaves...
Retornam quando acham que devem...
E para quem devem...
Mas nunca forçados...
Voltam porque se sentem livres...
Volta para mim...
segunda-feira, 6 de Agosto de 2007
Sobre o poema "O Lagarto" Publicado em 9/03/07
Com medo de parecer tolo
deixamos de ser natural.
Com medo de parecer sentimental,
deixamos de nos emocionar.
Com medo de nos envolver,
deixamos de amar.
Com medo de sofrer,
nos fechamos em casulo.
Com medo do ridículo,
esquecemos a espontaneidade.
Com medo de arriscar,
não conquistamos nada.
Com medo de ser alguém,
rapidamente nos escondemos do mundo.
Com medo de viver,
escolhemos morrer.
Com medo de perder,
preferimos o abandono.
Com tantos medos...
Não sentimos, não crescemos, não somos,
não amamos, não temos, não amamos,
não vivemos.
:)
sábado, 4 de Agosto de 2007
Sobre o poema "Vejo água..." Publicado em 9/03/07
Vejo-te no azul do céu
Nas águas calmas do rio
Nas ondas revoltas do mar!
Vejo-te nas pedras da calçada
Na areia da praia molhada
Nas ruas despovoadas!
Vejo-te na escalada da montanha
Na falésia escarpada
No verde imenso do prado!
Vejo-te no meu coração
Na luz da minha esperança
Sempre aqui ao pé de mim!
Isa
Sobre o poema "Vejo água..." Publicado em 9/03/07
Vejo um homem singular...
Vejo sua simplicidade no ar...
Vejo seu semblante audaz...
mas de alma triste...
porém encantador
Vejo um poeta...
que faz de seus dons e seus encantos
uma forma de salvar as pessoas da solidão...
a mesma que o acompanha.
Porque ao lerem seus poemas se encontram
e se perdem na imaginação dos seus significados...
Na força dos seus poemas meu gato.
Audrey
sexta-feira, 3 de Agosto de 2007
Sobre o poema "Ao meu amigo" Publicado em 8/03/07
Amizade!
Sentimento...
Revolta amarga de doce ternura de teu olhar
Dói...
entristece, alegra, eleva, mói
espasmos de violência preenchida
com a beleza da agonia
poeta, pessoal, bem formado, bem começado
faca que fere, corta o coração,
desperta para o que não dorme
Dói, mói...
assaltado em tua história
teu destino
e em tua sorte no querer
não mais o permanecer
sim, o renascer
no
«outro dia de sorriso sossegado».
És testemunha da esperança,
do silêncio calado,
de quem bebe a alvorada anunciada,
pela mão do druida amigo.
(Anónimo)
quinta-feira, 2 de Agosto de 2007
Sobre o poema " Sou poeta de mim mesmo" publicado em 4/03/07
Um poeta de verdade
Quando nasce um poeta de verdade,
Todas as estrelas fazem festas,
Ficam mais verdes todas as florestas,
E as aves cantam felicidade!
Quando nasce um poeta de verdade,
As cordilheiras juntam suas arestas,
Todas as almas quedam mais honestas,
Mais cresce o reino da imortalidade.
Quando nasce um poeta de verdade,
O sol confirma a sua eternidade,
E a lua se orgulha de brilhar no escuro.
Quando nasce um poeta de verdade,
Banha-se a Vida em luminosidade
De luz eterna e de um amor mais puro!
:)
Sobre o poema "Sou poeta de mim mesmo" publicado em 4/03/07
És de ti mesmo.
Estás em tuas mãos...
Vás onde fores...
Mar profundo
Praia rasa.
No fim do mundo
Em tua casa.
Onde não importa
Nem o tempo
Nem o preço
Estás em tuas mãos...
Nu em sangue, embalando a própria dor
Porque medo têm os outros mas tu não.
Estás em tuas mãos...
Li
quarta-feira, 1 de Agosto de 2007
Comentário de Lídia Carvalho
que fica de Joaquim Marques escritor, poeta e dos leitores/as?
Joaquim Marques tem uma sofisticada sensibilidade,
percebendo, como ninguém, através da mais valia das palavras amargas
e doces, as fraquezas deste mundo (partindo de si), qual dádiva astuciosa dos deuses,
e ironica-mente, sarcástica-mente, heróica-mente retracta a
decadência do homem do nosso tempo:
as mazelas do social, a arrogância, a sobranceria, a prepotência, a
petulãncia, a estupidez (...).
O poema é, para Joaquim Marques, uma arma que espicaça as consciências algo adormecidas, uma arma para lutar contra ideias feitas, o tudo-pronto,
o tudo-dado, o já-pensado, os marasmos quotidianos.
A poesia de Joaquim Marques é, um campo de batalha, o inimigo
é a excessiva normalidade do Homem: arrelia-o a prepotência, incomoda-o a deferência, arreporra para a normalidade.
Estamos, com esta provocadora obra poética, no lado mais singelo, irreverente e nobre de toda e qualquer criação («Sou poeta de mim mesmo»). o tom lírico-literário é uma das marcas mais visíveis do fazer-literário deste autor.
Não é Poeta?
Poeta é aquele que resiste, que interroga, que luta, que se inquieta, que se revolta,
que subverte o instituído, que diz NÃO(!).
Eis um poeta-vidente, profeta, anunciador, avisador, inconformista-radical, idealístico, insatisfeito, critico de algumas deferências, desbravador e caminheiro de sentidos, de diferenças, ousadias, adorador da Beleza deste mundo e dos outros (acessíveis aos criadores-artistas). Joaquim Marques é um humanista por excelência, um cidadão do mundo, um homem com alma-grande, proporcional ao seu peso, "bom garfo", ou não fosse o homem espírito e corpo (e o corpinho de Joaquim Marques não se alimenta de sopinhade letras, ou de congelados, ou da vulgaridade); ao ler os poemas de Joaquim Marques, dá vontade de gritar (alto e bom som) estes famosos versos da saudosa poetiza Natália Correia:«Ó subalimentados do sonho, a poesia é para se comer». Façam o favor de comer a poesia de Joaquim Marques! Alguns farão bem a digestão, outros não. Daí, a "CARTA DE ALFORRIA".
Respeitosamente me curvo perante a obra do poeta
e a pessoa do Poeta.
Lídia Carvalho







